divagares

Dezembro 04 2016

 

publicado por divagares às 21:36

Dezembro 01 2016

Parabéns aos envolvidos nestas actividades!

Falcoaria e Barros de Bisalhães, foram por estes dias declarados pela UNESCO Património Imaterial da Humanidade. Um reconhecimento da genuinidade, e importância destas actividades praticadas no nosso país desde tempos remotos. Qualquer português sente um certo orgulho com esta classificação.

Mas, o que falta mesmo, é classificar como Património da Humanidade os Direitos das Pessoas! O direito a viver em paz; o direito a ter assegurados os meios básicos de subsistência; o direito à saúde, o direito à educação; o direito à dignidade, e mais tantos outros direitos que são sistematicamente negados a milhões de Homens e Mulheres por esse Mundo fora.

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publicado por divagares às 15:16

Novembro 26 2016

Fidel Castro. Um Grande Cidadão do Mundo! Apesar de ter sido caluniado, vilipendiado ao longo dos anos, foi um lutador contra a ignomínia, contra a injustiça. Foi um incansável defensor dos mais fracos, dos que nada têm. Foi um daqueles que jamais tergiversou. Os trabalhadores de todo o Mundo perderam um verdadeiro amigo.

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publicado por divagares às 11:25

Novembro 20 2016

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Fez ontem 101 anos que foi fuzilado o sindicalista e cantor norte-americano Joe Hill. Uma figura que o tempo não apaga.

 

 

 

publicado por divagares às 12:23

Novembro 17 2016

Naveguei como um cisne

Afundei-me como uma rocha

Mas o tempo passou há muito

Pelas minhas reservas de riso

 

Leonard Cohen, De: The Book of longing

publicado por divagares às 19:41

Novembro 11 2016

 

publicado por divagares às 13:57

Novembro 10 2016

A 10 de Novembro de 1948 nasceu em Santarém, Mário Viegas, actor brilhante,  formidável a dizer poesia, dedicou grande parte da sua vida a divulgar, precisamente a poesia.

 

 

publicado por divagares às 21:55

Novembro 09 2016

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A imagem, assim como o dinheiro, é parte do poder oligárquico. A imagem da América toma uma grande pancada se o povo americano eleger um presidente que está sob investigação de um crime grave (felony).

Além disso, uma Hillary presidente estaria sob investigação durante anos. Com tanta atenção sobre si, ela não seria capaz de servir os interesses da oligarquia. Assim, tornar-se-ia sem valor para a oligarquia e, na verdade,  investigações que desenterraram várias conexões entre Hillary e os oligarcas poderiam prejudicar os mesmos.

Por outras palavras, para a oligarquia Hillary transformou-se de um activo em um passivo.

Uma presidência Hillary poderia pôr o nosso país no caos. Duvido que os oligarcas sejam suficientemente estúpidos para pensar que tendo tomado posse Hillary pudesse despedir o director do FBI, Comey, e encerrar a investigação. O último presidente que tentou isso, foi Richard Nixon e olhem o que lhe aconteceu.

(...)

Se você fosse um oligarca, será que desejaria o seu agente sob essa espécie de escrutínio? Se fosse a Hillary desejaria estar sob esta espécie de pressão?

O que acontece se o FBI recomendar a acusação do presidente? Mesmo americanos indiferentes veriam o encobrimento se o procurador-geral se recusasse a aceitar o processo. Os americanos perderiam toda a confiança no governo. Reinaria o caos. O caos pode ser revolucionário e isso não é bom para oligarcas.

 

Este pequeno texto faz parte de um artigo do norte americano Paul Craig Robertson, profundo conhecedor da realidade política norte americana,  publicado pouco antes do dia das eleições presidenciais americanas. O autor Põe o "dedo na ferida" que ditaria o resultado de 08/11/2016. Pena os "Sábios" "Comentadores", "politólogos" da nossa praça serem tão, tão idiotas...

publicado por divagares às 15:32

Novembro 05 2016

 

publicado por divagares às 22:07

Outubro 31 2016

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 Poeta brasileiro, mineiro porque natural de Minas Gerais, nasceu a 31 de Outubro de 1902. Legou-nos uma notável obra poética.

 

Não rimarei a palavra sono

com a incorrespondente palavra outono.

Rimarei com a palavra carne

ou qualquer outra, que todas me convêm.

As palavras não nascem amarradas,

elas saltam, se beijam, se dissolvem,

no céu livre por vezes um desenho

são puras, largas, autênticas, indevassáveis.

 

Uma pedra no meio do caminho

ou apenas um rastro, não importa. 

Estes poetas são meus. De todo o orgulho,

de toda a precisão se incorporaram

ao fatal meu lado esquerdo. Furto a Vinicius

sua mais límpida elegia. Bebo em Murilo.

Que Neruda me dê sua gravata

chamejante. Me perco em Apolinaire. Adeus, Maiacovski.

 

São todos meus irmãos, não são jornais

nem deslizar de lancha entre camélias:

é toda a minha vida que joguei.

 

 

publicado por divagares às 22:58

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