divagares

Novembro 30 2008

Termino aqui a colocação de fotos do Sr. Pinho no DiVagares. Ao fazê-lo, foi minha intenção prestar uma modesta homenagem ao Sr. que muito admiro e que tive o privilégio de conhecer nos inícios dos anos 70 do século passado, no Círculo Cultural de Setúbal, em torno de uma iniciativa sobre fotografia.

publicado por divagares às 19:06

Novembro 30 2008

publicado por divagares às 15:33

Novembro 29 2008

Irreverência

 

Este rio que viu chegar tanta gente não é um rio qualquer.

No seu correr, de Sul para Norte, desafia o acordo tácito que parece existir entre os outros rios que correm em terras lusas.

Foi aqui que quis chegar com as suas águas, foi esta a cidade que quis abraçar. Por isso, ousou ser diferente!

E ficou diferente, aos olhos das gentes da terra; com a sua cor, com o brilho das manhãs, das tardes... das noites de luar!

Quantas vidas cruzaram a idade deste rio?

Quantas histórias podiam contar as suas águas?

(in "Percursos a cidade e o rio na memória do olhar" de José de Oliveira Pinho

publicado por divagares às 22:11

Novembro 29 2008

Hoje vou iniciar o  meu DiVagares.

Levantei-me, assomei à janela, vi que estava a chover e fiquei logo atarantado.

Não é que deteste a chuva, antes pelo contrário. Não sou daqueles que quando chove dizem que está mau tempo, mesmo que isso aconteça depois de meses de continuada seca. Especialistas nesta matéria são a generalidade dos apresentadores de programas de rádio, "prepare-se caro ouvinte porque hoje está mau tempo - não se esqueça do impermeável e do chapéu-de-chuva". Para estes, bom tempo é sol na eira e no nabal o ano inteiro!

Mas eu juro, não sou desses, e se fiquei atarantado, foi a pensar no meu cão que tem hora marcada para ir à rua.

Lá fui à rotina, ligar a máquina do café, fazer as higienes pessoais e a seguir deveria sair com o bicho, mas continuava a murraçar e resolvi tomar o primeiro almoço, de que faço um ritual. Nestes afazeres sou acompanhado pelo cante do meu canário - nada de rádio ligado últimamente - que canta  lindamente, tão lindamente que resolvi gravar e pôr no meu TLM. Assim, quando alguém me telefona é anunciado pelo cante do meu canário.

Neste entretanto já o meu cão estava farto de "dizer" que precisava de ir à rua, eu nestas ocasiões lembro-me sempre de situações já vividas por mim de estar aflito e não ter onde aliviar-me. Lá fui munido do maior guarda-chuva e de trela curta. O saldo final não foi muito mau, não era aquela chuva chata que vem de todos os lados, até de baixo para cima e o bicho regressou a casa só com as patas e o rabo ensopados e pouco mais.

 

publicado por divagares às 20:48

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