divagares

Junho 30 2013

A música genial de Edgar Varese: Quanto mais se ouve mais se gosta!

publicado por divagares às 11:17

Junho 29 2013

publicado por divagares às 14:25

Junho 28 2013

 

"- Si un pueblo que quiere garantizar sus derechos luchase solamente cuando tiene la certeza de la victoria, los pueblos jamás habrían luchado. La libertad, los derechos sociales, la revolución socialista de Octubre, las grandes luchas victoriosas de los trabajadores y de los pueblos, han sido posibles porque los trabajadores y los pueblos han luchado en cada caso confiando en la victoria, pero sin tener la certeza de alcanzarla.

(...)

- Confiar não es tener certezas. Recuerdo lo que me dijo un compañero hace unos dias:  si sólo se lucha por lo seguro y si sólo es seguro lo que realmente pasa,  eso sería igual a no hacer nada, renunciar a la lucha y aceptar la sumisión eterna a la explotación, a la orpesión y a la injusticia. Los fascistas le han declarado la guerra a nuestro pueblo. Hay que luchar, y luchar no con la idea de que está perdida, sino para ganarla.

(...)

- Me gusta mucho vivir. Pero, si hay que escoger entre la vida y la muerte, entonces, como dijo Passionaria, más vale morir de pie que que vivir de rodillas."

 

Palavras do personagem Rúbio.

 

Depois de, sobre a guerra civil de Espanha ter lido tanta ficção, poesia, ensaio, crónicas de jornal, de ter visto filmes e documentários, ler A Casa de Eulália, de Manuel Tiago, foi um momento fascinante. Comprei o livro na banca da Exposição do centenário, na casa da Galé, depois de, na viagem,  a Odete Santos comentar o seu trabalho de adaptação do romance para teatro*. Era o único livro de Manuel Tiago que não havia lido. É uma obra fabulosa. A humanidade perpassa em cada linha. A beleza da linguagem. Uma escrita impressiva, soberba. Nada é supérfluo, não há "rodriguinhos". Foi uma leitura gratificante.

 

*Esta adaptação será representada pelo TAS - Teatro de Animação de Setúbal -  prevê-se, no último trimestre deste ano do centenário.

Esta mesma obra teve recentemente outra adaptação ao teatro, por um outro grupo de Setúbal, o Teatro do Elefante, um trabalho dos actores Rita Sales e Fernando Casaca, , estreado nas Caldas da Rainha, e da qual o Valdemar Santos me contou elogiosamente.

 

publicado por divagares às 17:01

Junho 27 2013

A propósito da recente greve dos professores, disse o Bispo Januário Torgal Ferreira (uma das raras vozes lúcidas dentro da instituição católica):

 

"A docência, como tal, está abandonada. Fizeram muito bem em ir para a greve. Não quiseram prejudicar as crianças. É preferível que um jovem seja prejudicado um dia pela greve do que todos os dias por um sistema público de educação que é um remendo e uma insensatez em muitas coisas."

Publicado no Jornal de Notícias

publicado por divagares às 16:39

Junho 26 2013

publicado por divagares às 14:20

Junho 25 2013

"Como o termo música parece ter-se esvaziado gradualmente até significar muito menos do que deveria, prefiro utilizar a expressão som organizado e evitar a pergunta monótona: Mas é música? Som organizado parece abranger melhor o aspecto dual da música como arte-ciência, com todas as recentes descobertas laboratoriais que nos permitem ter esperança na libertação incondicional da música, assim como incluir, sem contestação a minha própria música no progresso e nos seus requisitos."


Edgar Varese, no seu artigo Som organizado para o filme sonoro
publicado por divagares às 18:18

Junho 24 2013

Não tenho dúvidas quanto à justeza do descontentamento existente entre a população brasileira, sobretudo entre os mais desfavorecidos. Também não as tenho relativamente ao deslumbramento instalado no petismo com o exercício do poder e a propósito de melhorias relativas alcançadas na qualidade de vida dos brasileiros. Deslumbramento esse que os não deixa ver o muito que não foi feito e algum desencanto que começa a instalar-se em sua base de apoio. O petismo contemporiza com políticas de compromisso com sectores opostos à emancipação social. Aposta em desenvolvimentos económicos favoráveis ao reforço da exploração capitalista. Os seus dirigentes são mesmo alvo de elogios dos principais dirigente do país imperial!

E o Povo saiu às ruas em massa! E, o que era previsível aconteceu: a infiltração de franjas das forças de direita, tentando reverter a seu favor todo aquele descontentamento - vários comentadores chamaram-lhes pescadores de águas turvas. Nas notícias que têm circulado estão claros vários indícios disso mesmo.  A direita tem uma longa experiência e dispõe de óptimas centrais de aconselhamento...

Pode ser um sinal positivo que os governantes brasileiros, a começar na presidenta, estejam sabendo interpretar os sinais do descontentamento, mas não se iludam, porque um faz-de-conta não chega.

publicado por divagares às 19:34

Junho 22 2013

Foi uma iniciativa político-cultural em que intervieram Fernanda Mateus, Francisco Lopes, Odete Santos, Ana Benedita e Jerónimo de Sousa e actuaram o Coral Alentejano Feminino de Ervidel, os bailarinos Sofia Rosado e António Galrino, as actrizes Fernanda Lapa, Luísa Ortigoso, Joana Manuel, Isabel Medina, Débora, o actor Rui Mendes e duas jovens cantoras e instrumentistas.

Foram recordadas seis Mulheres - podiam ser 60, 600, 6000, 60.000, conforme disse Fernanda Lapa - seis destacadas lutadoras pela emancipação da Mulher, pela liberdade, pela emancipação social. Foi comovente a evocação do percurso de vida de cada uma delas: Alda Nogueira, Catarina Eufémia, Maria Lamas, Maria Machado, Sofia Ferreira e Virgínia Moura.

publicado por divagares às 20:59

Junho 22 2013

Este documento dactilografado em papel fininho, cópia a papel químico, de 107 páginas, foi por mim encadernado artesanalmente. Suponho que pertenceu à Sofia Ferreira. Constitui o informe (completo), de Duarte (Álvaro Cunhal) ao III Congresso - designado I ilegal por ter sido realizado na clandestinidade - e teve lugar em Novembro de 1943. Decorria então a II guerra mundial e os portugueses estavam sujeitos a uma feroz repressão do regime de Salazar.

publicado por divagares às 11:15

Junho 21 2013

 

"Estou triste com o que se passa no Brasil. Sempre pensei que não devia ser preciso sair à rua para exigir melhores condições de transportes, saúde, educação e segurança. Sou brasileiro e amo o meu país. Quero um Brasil mais justo, mais seguro, com melhor saúde e mais honesto."

publicado por divagares às 10:45

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