divagares

Janeiro 06 2015

 

1) uma pessoa que morre em consequência de um tiro premeditado, de um atropelamento premeditado, de um   incêndio ateado premeditadamente, é assassinado,

2) um doente grave que morre na urgência hospitalar, por falta de cuidados médicos atempados, é igualmente um assassinado.

3) e, não há assassinados sem assassinos.

4) diz o nosso Povo que a culpa não pode morrer solteira!

 

Duas pessoas morreram por estes dias em hospitais diferentes, em consequência de situações referidas em 2). Consequência essa que decorre de criminosa e obsessiva política de cortes e mais cortes e mais cortes nas verbas destinadas à saúde. Chega-se mesmo a situações de os hospitais com carência de equipamentos próprios reterem macas, talas, etc., das ambulâncias dos bombeiros (caso do hospital de Torres Novas divulgado hoje pela comunicação social), comprometendo com isso a assistência dos bombeiros a ocorrências que exijam a sua intervenção. A própria Associação dos Administradores Hospitalares, através da sua presidência, confirma estes factos e a existência de caos e desorganização reinante nas unidades  hospitalares. Onde se chega a esperar VINTE E QUATRO HORAS para o doente ser atendido.

Estas situações constituem crimes. E, também neste caso havendo crime há criminosos. Merecem ser punidos!

 

 

 

 

 

 

publicado por divagares às 15:07

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