divagares

Janeiro 28 2015

O que hoje se passa na Ucrânia (o apoio americano aos nazi-fascistas que operam com todo o descaramento) provoca alguma perplexidade. Mas, desiludam-se aqueles que supõem tratar-se esta postura cega do poder americano, de um episódio passageiro, de um um equívoco. Em 1945, ainda a besta nazi estava quente e logo os americanos, bem apoiados por diligentes governantes europeus, lançaram mãos à obra para "salvar" cérebros do nazismo - leia-se proteger - e pô-los ao seu serviço! Atente-se na sua "Operação Paperplic", no quadro da qual colocaram ao seu serviço muitos especialistas do regime nazi (terão sido cerca de 2.000) entre os quais Werner von Braun que havia assumido a direcção de um programa militar germânico encarregado da temática dos foguetes.

Entretanto, ontem, dia dos 70 anos da libertação dos prisioneiros de Auschwitz, não faltaram "notícias", daquelas cuja função é formatar as mentes, deturpando, escondendo, mentindo, reescrevendo  ardilosamente a história. No canal público de televisão, só faltou mesmo o sujeito das piscadelas de olho (será que ainda anda pelo Pireu de Atenas?). Ele foi a Márcia a falar-nos do majestoso Pentágono, ele foi a Adília em Jerusalém, ele foi a Sandra no "terreno". Depois as referências à libertação dos prisioneiros pelos "aliados" (forma subtil de omitir a epopeia do Exército Vermelho Soviético e dar uns bónus aos tais aliados), referências à presença da excelsa figura do nazi-fascista ucraniano Poroschenko, ao mesmo tempo que se assinalava a ausência de Putin!

publicado por divagares às 12:12

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