divagares

Janeiro 07 2015

Não quero que vás à monda,

nem à ribeira lavar,

só quero que me acompanhes,

no dia em que me eu casar.

 

No dia em que me eu casar,

hás-de ser minha madrinha:

não quero que vás à monda,

nem à ribeira sozinha.

 

Andas morta por saber

onde passo os meus serões:

nas vendas das vendedeiras,

encostadinho aos balcões.

Há inúmeras interpretações desta moda originária da região de Reguengos de Monsaraz, nomeadamente por grupos corais alentejanos. Optei por esta recriação da responsabilidade da Ronda dos Quatro Caminhos, formação de créditos firmados, aqui acompanhada por grupos do cante alentejano e pela Orquestra Sinfonieta de Lisboa. Uma experiência inesquecível.

publicado por divagares às 11:43

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