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28
Fev15

Um simples comentário

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Boris_Nemtsov_2013.jpg

Boris Nemtsov

bob_simon.jpg

 Bob Simon

David_Carr_2013.jpg

David Carr 

NedColt.jpg

Ned Colt

A cobertura mediática, que não vi (alguém Viu?) sobre a morte misteriosa de três jornalistas norte-americanos (Bob Simon, Ned Colt, David Carr), precisamente autores de uma incómoda investigação sobre as torres gémias de Nova Iorque e os seus milhares de mortos, constato-a agora a propósito do caso Nemtsov. A pressa de acusar Putin, é semelhante à pressa verificada no caso do avião Malaio e dos seus trezentos passageiros e tripulantes abatido quando sobrevoava território da Ucrânia. Depois calaram-se. E sobre as investigações sérias que entretanto têm sido feitas, indiciando responsabilidades da Ucrânia (ou de amigos seus, sabe-se lá...), é o silêncio ensurdecedor!

Também no caso Nemtsov, estou convencido que, como no azeite, a verdade virá ao de cima. Mas, se por hipótese Putin tivesse responsabilidades (no que, de todo, não acredito) Obama/Nobel da Paz, só considerando estes últimos dias, estaria a ganhar com uma vantagem de dois...

 

 

27
Fev15

Tempo dos Poetas

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Maria Clementina.jpg

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Em 27 e 28 de Fevereiro duas personalidades, que muito admiro e estimo, serão alvo de eventos que assinalam as suas obras e a sua intervenção na vida cultural setubalense, Maria Clementina e Arlindo Mota.

No caso de Maria Clementina, o pretexto é a passagem do seu 80º. aniversário.Uma vida, toda ela ligada ao teatro e à poesia. Mas também à intervenção cidadã. Brindou-nos não há muito tempo com uma obra interessantíssima, única neste campo, creio, que historia o teatro em Setúbal.

Quanto ao Arlindo Mota, mais novo e igualmente uma vida cheia e militante de causas. Professor, jurista, intelectual prestigiado, é autor de várias obras das quais a poesia se destaca.

O meu abraço a ambos. Lá estarei.

26
Fev15

Joan Manuel Serrat canta António Machado

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Caminhante, são teu rastos

o caminho, e nada mais;

caminhante, não há caminho,

faz-se caminho a andar.

Ao andar faz-se o caminho,

e ao olhar-se para traz

vê-se a senda que jamais

se há-de voltar a pisar.

Caminhante, não há caminho,

somente sulcos no mar

 

25
Fev15

Glory

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common_oscars_selma.jpg

John Legend e Common receberam o Óscar 2015 para a melhor canção (Glory, do filme Selma). Este filme aborda a luta do povo negro norte-americano, travada há 50 anos e liderada pelo  lendário Martin Luthr King. Estes oscarizados afirmaram na cerimónia:

Vivemos no país mais encarcerado do mundo. Há hoje mais negros sob controle correccional do que a mando da escravidão m 1850. A todas as pessoas que marcharem com a nossa canção queremos dizer-vos: estamos convosco.

 

 

22
Fev15

Aida de Verdi

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Muito vista, muito  mais ouvida - já que o universo daqueles sem condições que propiciem ver ao vivo se ficam pela audição - esta afamada ópera de Giuseppi Verdi tem nesta versão uma monumental e sumptuosa apresentação. Contentemo-nos com a sua Marcha Triunfal:

 

 

21
Fev15

Mais cedo que tarde, o Syrisa revelou a sua natureza. Infelizmente para o Povo grego!

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Atenas.jpg

A metamorfose do Syriza em tempo mínimo demonstrou que, ao contrário do que os governantes da União Europeia e os média influentes afirmaram durante meses, o partido de Tsipras não é radical e muito menos revolucionário.

Tsipras e Varoufakis rasgaram o programa, mudaram o discurso e falam agora como reformadores do capitalismo. O Syrisa passou a exibir o seu rosto de partido burguês. Porém a capitulação do Syrisa não é certamente a do povo grego que tão claramente rejeitou as políticas da troika.

O governo de Tsipras capitulou em Bruxelas, cedendo à pressão alemã. Mas as decisões do Eurogrupo, atendendo a algumas das reivindicações gregas, demonstraram também que os mecanismos da austeridade não são intocáveis. Ficou provado que Passos Coelho poderia ter obtido de Bruxelas uma atenuação da agressiva austeridade imposta pela troika. Mas nada fez para isso. A sua opção foi a da vassalagem absoluta.

Extractos da nota dos editores de O Diário.info.

 

20
Fev15

Setúbal, Arte pública

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IMGP5211.JPG

 

IMGP5212.JPG

Da autoria do escultor António Trindade, e sob a sua supervisão construída pelo operário Vitalino Bravo, está instalada na Avenida 5 de Outubro frente ao Edifício Arrábida esta bela escultura, em chapa metálica, cheia de simbolismo - um conjunto de bandeiras desfraldadas que, visto de cima forma uma estrela, símbolo do internacionalismo proletário. Esta obra, concebida propositadamente para o local, foi oferecida pelo professor António Trindade ao PCP por ocasião da inauguração do Edifício Arrábida.

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