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19
Abr15

Almoço Convívio do B. Caç. 1912, Guiné

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Ontem, sábado 18 de Abril, os ex-militares do B. Caç. 1912, que permaneceram na Guiné, passou de 25 meses, voltaram a conviver entre sí e com os muitos familiares que os acompanharam - esposas, filhos e netos (a mais nova com apenas 4 anos veio de Gondomar com os seus avós e a mãe). Foi evidente (como acontece todos os anos) a alegria de estarmos de novo juntos. Homenageámos aqueles já não estão entre nós. E, afirmamos a vontade de em Abril de 2016 realizarmos o XXVI Encontro-convívio, tal como acontece há 26 anos consecutivamente.

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 Nesta foto estão apenas os elementos da CCS (a minha Companhia). Da fr p/trás: Sousa, Figueiredo, Chaves, Rijo, Henrique, Costa, Morais, Santos/Patilhas, Cachochas, Carvalho, Arcos, Custodio, Castro /Taipas.

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17
Abr15

Coisas do tempo da outra senhora

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O jornal Notícias da Amadora, como a generalidade da imprensa, foi vítima da censura. Mas, sobretudo pelo seu posicionamento claramente à esquerda, o NA viu o seu trabalho ser ferozmente perseguido. Nestas duas imagens, e noutras que se lhe seguirão, está o exemplo do "labor" dos censores. A cor vermelha corresponde aos cortes impostos pelo lápis da censura. De tal forma os cortes eram extensos que, muitas vezes im possibilitaram a publicação da notícia, por totalmente desfigurada.

16
Abr15

A eliminação física como parte do terrorismo de estado

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À pergunta: Não está a exagerar na menção à eliminação física? o general russo, na reserva Leonid Restnikov, responde:

De modo nenhum. A Central Intelligence Agency dos EUA, nos termos das suas funções, não é sequer um serviço de inteligência. A KGB ou o SVR da Federação Russa são serviços de inteligência clássicos: reúnem informação e relatam-na para a liderança do país. Na CIA, estas características tradicionais de um serviço de inteligência estão no fim da lista das suas tarefas. Os principais objectivos são:   eliminações, as quais incluem eliminação física, de políticos e a organização de golpes. E eles fazem isso em tempo real.

Após a perda do submarino "Kursk" , o director da CIA, George Tenet, visitou-nos. Pediram-me que o fosse receber no aeroporto. Tenet demorou para sair do avião, mas o aparelho estava aberto de modo que pude dar uma olhadela para dentro do seu "Hercules". Aquilo era um posto de comando voador, um centro computacional operativo, estava cheio de equipamentos e sistemas de comunicações que podem rastrear e modelar a situação no mundo todo. A delegação acompanhante era de 20 pessoas. Quanto a nós, voamos em voos regulares, em equipes de 2-5 pessoas. Você pode sentir a diferença, por assim dizer.

 

Toda ao entrevista do general pode ser lida em resistir.info

 

15
Abr15

Carrilho e Sócrates (o 44)

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"sem prejuízo de presunção de inocência a que Sócrates tem, como todos nós temos,  um inquestionável direito, é bom que os participantes da "procissão" a Évora se preparem para - caso venha a haver confirmação, ou melhor, condenação num centésimo das matérias que foram apresentadas para justificar  oficialmente a sua detenção preventiva - terem de pôr o país e os superiores interesses dos portugueses à frente, bem à frente, de legítimas amizades pessoais ou de naturais cumplicidades partidárias."

"Pôr país à frente" significa que é preciso preparar a inevitável proposta de expulsão de Sócrates do PS."

Declarações de Manuel Maria Carrilho, ex-ministro do PS e ex-marido da Bárbara Guimarães, numa entrevista publicada ontem pelo Diário de Notícias.

14
Abr15

Coisas do tempo da outra senhora

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Este documento não tem data. Mas, pela leitura é fácil perceber a sua idade, já que refere o ano de 1962 e o concílio vaticano II. Espelha bem a mistura entre o ensino oficial e a igreja católica - afinal era o tempo do Deus, Pátria, Família! O senhor padre dirigia-se aos professores dando orientações sobre a catequese, o catecismo que as crianças deviam comprar (grande parte delas não tinha sequer dinheiro para comprar a tabuada...) e fornecia a oração que, de momento devia ser recitada. 

Estávamos em meados do século XX. Entretanto, já entrados no século XXI, apesar da lei em vigor, que estabelece o ensino oficial como não confessional, a igreja católica apostólica romana continua a ter o privilégio de ensinar religião e moral (a sua religião e a sua moral) e, até o seu símbolo - o crucifixo - continua pendurado nas salas de aula.

13
Abr15

A Natureza e a Dialéctica

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João Maria de Freitas Branco, na sua Dialéctica, Ciência e Natureza, tem uma consideração no 1º. capítulo (Definição de uma problemática) que achei interessante, e me levou a reflectir sobre muitas coisas que ao longo da vida me surgiram e obrigaram a procurar a melhor e adequada forma de com elas lidar, aproveitando o que de melhor havia no velho, mas superando-o. Afinal, o novo desafia-nos sempre, seja ao nível do pensamento seja da vida prática.

Eis o que diz JMFB:

Este terreno-limite é o da fronteira entre dois modos distintos de pensar. O grande dilema que a nova ciência nos coloca é  o da necessidade de pensar de outra maneira. É uma situação análoga à do individuo que avança na praia em direcção ao mar e se propõe trocar o meio terrestre pelo meio aquático: ao caminhar em frente, o contacto com a água vai-lhe transmitindo o pressentimento da inevitabilidade de alterar o meio de locomoção, mas ainda não está claramente determinada qual vai ser essa nova forma de locomoção exigida. O sujeito em causa ainda não sabe nadar nem conhece a prática da natação... Aqui, pisamos também essa zona instável da beira-mar onde começa a faltar o pé. É preciso aprender a nadar, ou seja, postula-se a urgência de aprender a pensar de outro modo. Há que superar a razão ou, melhor dito, o tipo de razão (de racionalidade) que antes se tinha revelado eficaz, mas agora perde o seu estatuto utilitário, tal como o andar no meio do oceano. É a rotura no plano da racionalidade - a crise da razão. A dimensão genética da razão (Piaget) vai adquirindo cada vez maior nitidez. Trata-se de evoluir para novas formas. Vemo-nos obrigados a alterar o estilo do pensar, se de facto tivermos a intenção de reflectir sobre as várias parcelas da natureza ampliadas pelo saber contemporâneo e instituídas como objecto de ciência.

 

11
Abr15

Os elogios de Raul Castro

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Ao presenciar, na televisão, é claro,  o encontro entre Obama e Raul Castro e ouvir as declarações deste, fiquei com a sensação de estar não a ver dois dirigentes de países soberanos mas um vassalo a elogiar o seu senhor. Castro foi subserviente (na minha terra diriam engraxador)  o que é sinal de mau presságio. Não me pareceu adequado estar só a pensar no seu umbigo, esquecendo os processos de agressão ianque em curso por esse mundo fora, nomeadamente contra leais aliados seus como é o caso da Venezuela.

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