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12
Ago15

A Festa vai ao cinema

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A Cavalgada das Valquírias, de Richard Wagner, é banda sonora do filme Apocalypse Now, de Francis Ford Copola. filme que retrata a guerra do Vietname, em que a referida Cavalgada é usada magistralmente nas cenas de um bombardeamento aéreo, naquela guerra que fica na história como a mais humilhante derrota do todo-poderoso exército norte-americano e como o feito epopeico de um pequeno país que enfrentou anos e anos de ocupação, de guerra, e venceu!

 

 

 

 

11
Ago15

Montepio emprestou 45 milhões sem garantias!

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Montepio.jpg

A notícia (e a foto) encontrei-a no Sapo 24. E dá conta de um vultuoso empréstimo do Montepio sem as garantias necessárias. Montepio onde o Tomás Correia é rei e senhor, acolitado por amigos seus de máxima confiança, Quem beneficiou da "generosidade" dos ditos-cujos foi a empresa Respol-Resinas, SA cujo accionista maioritário é Manuel B. Costa, e, ao que é adiantado pela notícia, para comprar uma fábrica na Finlândia.

Enfim, negócios!

09
Ago15

A Festa vai ao cinema

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John Williams (um dos mais sensíveis e criativos compositores do moderno cinema-espectáculo), autor da banda sonora do filme Indiana Jones e a Grande Cruzada, de Steven Spielberg, ele próprio dirige a orquestra neste vídeo.

08
Ago15

Estará a Humanidade confrontada com um fenómeno de aquecimento global?

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De aquecimento global, mudanças climáticas, buraco do ozono, CO2, que os combustíveis fósseis devem ser substituídos por outras fontes nomeadamente o xisto, fala-se persistentemente. Um cidadão norte-americano até ganhou o Nobel da Paz (Al Gor) pelo seu "empenho na causa". Mas a questão é controversa e provoca muitas dúvidas. A especulação é muita. Até agora, do que se conhece, a Ciência não confirmou que têm razão aqueles mais empenhados no desenho catastrófico do amanhã. Alguns especialistas afirmam mesmo que assistimos a algo que é cíclico na longa história do planeta terra. Do meu ponto de vista, que há interesses económicos, lá isso há. E que temos fortes razões para desconfiar de governantes (mandantes à ordem do capital financeiro e do mundo dos negócios) que elaboram teses expressando uma aparente preocupação com o bem estar da Humanidade e, por isso, apontando para outras escolhas. O texto que se segue (da responsabilidade do colectivo do resistir.info, cujo título é O fascismo climático de Obama) põe o "dedo na ferida", ajuda-nos a interpretar os dados que estão lançados:

A decadência económica da Grã-Bretanha foi acelerada quando Margaret Thatcher resolveu destruir a indústria carbonífera. Foi uma decisão puramente política motivada pela guerra de classes: ela queria quebrar a força de um dos sectores mais organizados e combativos da classe operária britânica. Em termos de política energética foi uma decisão monstruosa pois o petróleo do Mar do Norte, com que contava a Thatcher para substituir o carvão, foi sol de pouca dura (as reservas hoje estão esgotadas).

Nos EUA, o sr. Obama parece decidido a seguir o mesmo caminho da srª. Thatcher e as consequências  provavelmente serão as mesmas. Ele quer destruir a indústria carbonífera americana, fiado no fracking para extrair hidrocarbonetos de xisto - o qual tem custos de produção incomportáveis e consequências ecológicas e sísmicas  desastrosas.

Estes novos pregos no caixão da economia estado-unidense estão a ser cravados em nome da maior impostura de toda a história da ciência, o chamado "aquecimento global". Tal como os demais políticos e jornalistas ignorantes, o sr. Obama confunde ambiente com clima e apresenta como um facto comprovado aquilo que não passa de uma simples hipótese que já deveria ter sido descartada há muito. Hoje não há nenhum climatologista sério no mundo que defenda o dito aquecimento global e o grande cientista Marcel Leroux já desmontou os erros em que repousa a teoria (arcaica) do IPCC.

Tudo indica que para combater os males reais do mundo capitalista a classe dominante inventa terrores fictícios, como o papão do aquecimento global e do efeito de estufa provocado pelo dióxido de carbono (CO2) - um gás não poluente, inofensivo para a saúde humana. Cabe recordar, mais uma vez, que o ar que respiramos é composto em 78% por azoto, 21% por oxigénio e apenas 1% de todos os outros gases. Nestes "todos os outros" é que se inclui o CO2 (0.04% do total) e a parte do mesmo de origem antropogénica é absolutamente desprezível. Transformar o CO2 em vilão universal é o maior disparate cientifico de todos os tempos e mostra bem a irracionalidade do mundo em que vivemos. Em Portugal o governo de P. Coelho segue pelo mesmo caminho, pois endossa a teoria do aquecimento global e do vilão CO2. Asneiradas deste naipe têm consequências económicas pois levam a desperdícios e más aplicações de recursos.

 

07
Ago15

Festa do Avante: A Festa vai ao Cinema!

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a festa vai ao cinema.jpg

Não. Não é uma ida ao cinema na Festa do Avante, (que tem bom cinema no Cinefesta, com uma soberba selecção: Vem e Vê, de Elem Klimov; Nazaré, de Manuel Guimarães; Terra 2084, de Nuno Sá Pessoa; O Menino e o Mundo, de Alê Abreu; Kora, de Jorge Carvalho; Os Maias,de João Botelho; Branco, de Luís Alves; Tesouras e Navalhas; Provas, Exorcismos, de Susana Nobre; Othon, de Guillaume Pazat/Martim Ramos; O Velho do Restelo e Douro Faina Fluvial, de Manoel de Oliveira; Privatizações - A Distopia do Capital, de Sílvio Tendler; VideoClube, de Ana Almeida; Os Gatos Não têm vertigens, de António Pedro Vasconcelos; Pára-me de repente o pensamento, de Jorge Pelicano; Alentejo, Alentejo, de Sérgio Tréfaut) A Festa vai ao Cinema é o título do concerto de abertura da edição deste ano da FA, composto por obras musicais que constituem banda sonora de grandes filmes, nalguns caos escritas propositadamente para o efeito, e vão ser interpretadas pela Orquestra Sinfonieta de Lisboa dirigida pelo maestro Vasco Pierce de Azevedo.

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 A Sinfonieta de Lisboa no palco 25 de Abril da FA, numa outra edição

Num brilhante e esclarecedor artigo publicado hoje no Avante!, Manuel Jorge Veloso, um homem da música e do cinema e um dos responsáveis pela organização do concerto, afirma:

Independentemente do maior ou menor engenho através do qual o tratamento da música, dos diálogos, dos ruídos, contribui para uma banda sonora criativa, indispensável é ter presente que o cinema é, por definição, uma forma de Arte que incorpora, modernamente, os contributos de várias outras Artes (visuais, auditivas, performativas) , todas elas com as suas características, códigos e convenções próprias, em termos de emissão e recepção, mas dissolvidas e resolvidas numa totalidade-outra, na qual aqueles atributos se transformam e interagem na formulação de novas sínteses.

Afigura-se assim natural que estas questões tenham estado presentes na preparação deste concerto sinfónico muito especial: considerando as várias origens nacionais da filmografia, dos seus realizadores e dos compositores representados; contemplando géneros cinematográficos diferenciados; abrangendo várias épocas da produção cinematográfica, uma Arte relativamente recente; e colocando lado a lado peças de grandes compositores do repertório sinfónico usadas no cinema e obras expressamente escritas para o grande ecrã.

Nos dias que se seguem até à abertura da FA, dia 4 de Setembro, proponho-me trazer a este sítio versões das obras que integram o programa desse concerto. Hoje é a vez de Assim Falava Zaratrusta, abertura,  de Richard Strauss, uma magnífica obra (toda a gente já ouviu) que é banda sonora do filme 2001 Odisseia no Espaço, realizado por Stanley Kubrick.

 

06
Ago15

Cipriano Dourado (1921-1981)

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Cipriano Dourado, artista plástico, um conceituado gravador e pintor do movimento neo-realista português. Teve como principal inspiração a Mulher e o trabalho. Obras suas podem ser vistas no Museu Nacional de Arte Contemporânea e no Centro de Arte Moderna/Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa e no Museu do neo-realismo em Vila Franca de Xira.

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05
Ago15

Jimmy Carter, à beira de completar 91 anos (01 de Outubro) declara:

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J. Carter.jpg

A vida política nos EUA transformou-se num mercado, em que os decisores políticos recebem muito dinheiro para tomar certas decisões.

Os EUA transformaram-se uma verdadeira oligarquia onde o poder está concentrado nas mãos da élite financeira.

Declarações prestadas pelo ex-presidente norte-americano Jimmy Carter ao radialista Ton Hartmann, acrescentando ainda que o seu país não é um estado democrático.

Quanto ao Barak, que se limpe a este guardanapo, digo eu.

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