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28
Set15

O seis e a meia dúzia...

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Foi o deputado do CDS, Nuno Melo, quem há já alguns anos comparou o PS com o PSD, e chegou à conclusão que são iguais como iguais são o seis e a meia dúzia. O "rapaz" teve a sua graça. Apesar de o seu partido estar sempre disponível para se juntar com um ou com outro...

Em 2015, a 4 de Outubro, é bom não esquecer que votar no seis ou na meia dúzia,  seria votar na mesma política. Como diz o outro, "seria mais do mesmo". Votar CDU é uma boa escolha.

21
Set15

O Vazio

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Quem, nalgum momento da sua vida não sentiu o vazio? O vazio dentro de si? Esta escultura do francês Bruno Catalano ilustra na perfeição a angústia do vazio.

20
Set15

Como ele quer ser olhado

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"Quero ser olhado com respeito no mundo e dizer que os portugueses se sabem governar"

Oh,se sabem!

Acabo de deparar com esta frase, no Sapo, dita por Passos Coelho, ontem em Santarém.

Não vou votar no Passos, não gosto dele porque é um escroque político. Mas, reconheço que naquela frase ele tem toda a razão. Os exemplos começam nele, passam por Mira Amaral, Duarte Lima, Dias Loureiro, etc. e acabam em Cavaco Silva, a fina flor dos bons exemplos.

20
Set15

Custódio Pinto: Histórias, Memórias e Crónicas

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Aos oitenta e seis anos, lançou-se Custódio Pinto no empreendimento que foi publicar um livro - Histórias e Memórias da Minha Vida Crónicas de Setúbal. E, muito justamente recebeu a medalha da cidade no último 15 de Setembro.

O livro foi apresentado ontem no salão nobre dos Paços do Concelho, repleto de amigos, admiradores e familiares. Este Homem é uma enciclopédia viva. É um setubalense fervoroso. Fala e escreve sobre Setúbal partindo do conhecimento vivido, acumulado e reflectido. Sou por isso um seu admirador.

Não faço parte do seu círculo de relações, apenas conheço (e leio) o Custódio Pinto. Ambos partilhamos muitos passeios pedestres organizados pelo Clube de Campismo, os primeiros já lá vão trinta anos. Falámos esporadicamente no decorrer desses passeios e percebi tratar-se de um Homem extremamente interessante e de uma vasta cultura. As suas histórias e memórias e crónicas lêem-se com satisfação e transportam-nos numa viagem pela nossa cidade ao longo de praticamente todo o século XX.

Parabéns Custódio Pinto, pelo trabalho realizado (e a realizar) e pelo legado que é imprescindível para o conhecimento e estudo da nossa cidade. Um dia destes, terá de autografar o exemplar do seu livro que é pertença minha.

 

18
Set15

Bocage e o livro na Época do Iluminismo

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É uma Exposição integrada nas comemorações dos 250 anos do nascimento do grande poeta Bocage. Está patente na galeria do antigo quartel do 11. Precisamente a unidade militar onde Bocage assentou praça. Esta exposição, rica de conteúdo e com uma apresentação impecável, foi concebida e montada sob a superior direcção de Daniel Pires, um dos mais destacados investigadores sobre a temática bocageana - apresentou dia 15 uma obra inestimável ( Bocage - a Imagem e o Verbo) e trabalha numa biografia do poeta.

A não perder. E, para quem não vive em Setúbal, um bom pretexto para vir até cá,aproveitando para almoçar num dos muitos bons restaurantes da cidade.

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16
Set15

Bocage e a nossa cidade

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A propósito dos 250 anos do nascimento de Bocage, o jornal o setubalense publicou na sua edição da passada segunda feira uma revista especialmente dedicada a essa comemoração. Na revista constam depoimentos de inúmeras personalidades da cidade, entre as quais Odete Santos, que à pergunta: O que acha que diria Bocage se visse (hoje) Setúbal?  disse:

Falta-me a veia bocagiana, mas como a estátua de Bocage está na mesma posição, virada para o rio, pegava numa parte de um poema de Calafate, que ao ver umas festas com uma banda, junto à câmara., rimou desta maneira:

"Bocage não foi capaz

De ver o que lhe fizeram

Quatro gaitadas lhe deram

E todas elas por traz!"

15
Set15

Liberdade, onde estás? Quem te demora?

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Liberdade, onde estás, Quem te demora?

Quem faz que o teu influxo em nós não caia?

Porque (triste de mim) porque não raia

Já na esfera de Lísia a tua aurora?

 

Da santa redenção é vinda a hora

A esta parte do mundo, que desmaia:

Oh! Venha... Oh! Venha, e trémulo descaia

Despotismo feroz, que nos devora!

 

Eia! Acode ao mortal, que frio e mudo

Oculta o pátrio amor, torce a vontade,

E em fingir, por temor, empenha estudo:

 

Movam nossos grilhões tua piedade;

Nosso numen tu és, e glória, e tudo,

Mãe do génio e prazer, oh Liberdade!

 

Pág. 1/3

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