Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

divagares

divagares

15
Out15

Edgar Silva: Afirmar os Valores de Abril

divagares

Edgar Silva.jpg Este é um tempo em que, no Mundo, cresce uma perversa desigualdade económica entre os indivíduos e entre os países.

 

Este é um tempo em que, em Portugal, depois de décadas de governação em confronto com os valores de Abril, se aprofundam as injustiças sociais, e a exploração, e medram a corrupção e a concentração da riqueza.

 

Este é um rumo inaceitável.

 

Não podemos aceitar que Portugal deixe de ser senhor da sua própria História.

 

Nos nossos dias, o país está a ser saqueado e destruído pelos especuladores, e os responsáveis pela governação decretaram a subordinação de Portugal aos mercados, a subserviência ao grande capital estrangeiro, a submissão à Troika, a subjugação aos especuladores e agiotas.

 

O Presidente da República, símbolo da unidade do Estado e da independência nacional, tem a particular responsabilidade na defesa de uma estratégia capaz de nos garantir a independência num mundo de grandes interdependências, em que os grandes poderes e  os grandes interesses tendem a impor hegemonias limitativas da soberania dos Estados e da liberdade dos Povos.

 

Esta candidatura que assumo exprime essa exigência de uma profunda ruptura e de viragem em relação às orientações políticas que tanta desordem impuseram ao nosso país.

 

Estas são afirmações do candidato à presidência da República, constantes da sua declaração de apresentação da candidatura, hoje em Lisboa.

 

Edgar Silva. 53 anos, natural da Região Autónoma da Madeira, ex- padre da igreja católica, membro do CC do PCP, deputado no Parlamento da R.A. da Madeira. Um cidadão integro, com toda a sua vida envolvida em causas defensoras dos que menos têm.

Edgar Silva 2.jpg

 

 

 

14
Out15

Como se fazem as notícias que a classe dominante quer. No caso, os EUA e a NATO

divagares

El periodismo alemán pasa por ser uno de los más respetables de Europa, pero en todas partes cuecen habas y las que cuecen en Berlín son, por lo visto, estadounidenses. El libro que acaba de publicar el periodista Udo Ulfkotte, con 17 años de experiencia en el prestigioso diario Frankfurter Allgemeine Zeitung, revela la práctica extendida de los pagos a los medios alemanes por parte de EEUU y la OTAN para promover su agenda, y en apenas dos semanas se ha convertido en un éxito de ventas.

El libro titulado Gekaufte Journalisten (‘Periodistas comprados’), documenta un trasiego de sobres desde la embajada estadounidense en Berlín, con sede junto a la Puerta de Brandemburgo, en dirección a las principales redacciones de medios alemanes, diseminados por la ciudad. Apunta multitud de casos concretos, con nombres y apellidos, una lista que cobra especial credibilidad porque su propio nombre aparece en la lista.

El autor admite haber recibido dinero de los servicios de inteligencia de EEUU por enfocar varios temas desde un cierto punto de vista y denuncia que, gracias a este tipo de práctica, no son pocos los medios de comunicación alemanes que se han convertido en sucursales del servicio de propaganda de la OTAN.

La obra ofrece un informe sistemático que identifica qué periodistas están relacionados con qué organizaciones delobby, como Atlantik-Brücke, Trilaterale Kommission, German Marshall Fund, American Council on Germany, American Academy, Aspen Institute y el Instituto para la Política Europea. Ulfkotte sugiere que hay listas de periodistas que circulan entre estas organizaciones, periodistas a los que se puede llamar para determinadas campañas de imagen y que sirven para orquestar artículos de información, editoriales, intervenciones en tertulias radiofónicas y televisivas, creando un conjunto que silenciosamente domina la opinión pública alemana.

“La idea de escribir este libro surgió hace cuatro años, durante una conversación con un periodista con el que yo mantenía una relación de amistad paternal, Peter Scholl-Latour. Decidí que había que escribir de una vez la verdad sobre lo que hacen los medios alemanes”, relata el autor. “Ahora estoy preparado para asumir las consecuencias que seguramente tendrá para mí la publicación de este libro”, añade. Sobre su propia participación en este sistema de manipulación de la opinión pública, afirma: “Me avergüenzo de ello, me encontré sin quererlo apoyando el belicismo como una extensión del largo brazo de propaganda de la OTAN, y lo único que puedo hacer para reparar ese mal es contar toda la verdad”.

EL MUNDO

13
Out15

É a luta de classes!

divagares

a surra dos adm. da air france.jpg

 

Aos que propagandeiam até à exaustão que há já muito tempo acabou a luta de classes (em Portugal temo-la claramente em curso e de que maneira...), repare-se nestas fotos de dois administradores executivos da Air France, empenhados em promover o despedimento de milhares de trabalhadores da companhia aérea francesa, depois de assumirem arrogantemente o seu propósito perante os trabalhadores. Esta é uma boa expressão da luta de classes: de um lado os lacaios dos senhores do capital enquanto extremosos executores das suas ordens, do outro lado os trabalhadores que lhe resistem. Mas. isto terá sido só um aviso, pois não se nota qualquer arranhão.

a surra ao adm. air france.jpg

 

12
Out15

Luísa Azevedo

divagares

Luísa.jpg

São tantas as saudades do meu querido camarada e amigo Virgílio. E, agora deixa-nos a sua Luísa. A sua mulher de todos os momentos. A Luísa era uma querida. Estou consternado.

11
Out15

Falou o Trambolho da UGT

divagares

Carlos Silva.jpg

Este trambolho terá sido o último figurão a vir a terreiro para se insurgir contra a formação de um governo de esquerda. A criatura até é membro do Partido socialista! Portanto, acha-se de esquerda. Agora está na moda que esquerda é o ps. Os que lhe estão à esquerda são apelidados de radicais, e outras coisas mais...

Diz o Silva que é sindicalista. Mais, doutamente, secretário geral de uma central sindical. A ugt. Qual havia de ser?

O homem é um cagalhão! Morra! Pim!

cagalhao-1.jpg

 

11
Out15

Washington e o estado do Mundo

divagares

Recorro com alguma frequência à transcrição de textos do americano Paul Craig Roberts. Na verdade, considero interessante a acutilância das suas análises e de extrema utilidade para a compreensão do estado actual do Mundo e do tenebroso papel desempenhado pelo seu país, os EUA. Volto hoje a "abusar" com mais uma transcrição de um elucidativo artigo seu:

"Na última quarta feira (28.Set.2015) o mundo constatou a diferença entre a Rússia e Washington. A abordagem de Putin baseia-se na verdade; a de Obama consiste em inúteis bravatas e mentiras, e as mentiras de Obama estão em vias de se esgotar.

Pelo facto de dizer a verdade num tempo em que enganar é universal, Putin realizou um acto revolucionário.

Referindo-se à mortandade, destruição e caos que Washington trouxe ao Médio Oriente, Norte de África e Ucrânia, e às forças jihadistas extremistas que desencadeou, Putin perguntou a Washington: "têm consciência do que fizeram?".

A pergunta de Putin recorda-me a que Joseph Welch colocou ao caçador de bruxas senador McCarthy: "o senhor não tem qualquer sentido do que é decente?". Atribui-se à pergunta de Welch o início do declínio da carreira de McCarthy.

Talvez a pergunta de Putin venha a ter o mesmo impacto, e ponha fim ao reino do "excepcionalismo americano". Se assim for, Putin terá desencadeado uma revolução que quebrará a subserviência do mundo em relação a Washington.

Putin sublinha a legalidade da intervenção da Rússia na Síria, feita a pedido do governo sírio. Põe em contraste o respeito da Rússia pelo direito internacional com a intervenção de Washington e da França na Síria, governos que violam a soberania síria com uma intervenção militar não solicitada e ilegal.

O mundo constata que são Washington e os seus vassalos, e não a Rússia, quem "viola as normas internacionais". A beata presunção moral por detrás da qual Washington esconde as suas acções interesseiras e unilaterais fica à vista de todos.

Washington confia no seu arsenal de mentiras. O aparelho mediático de desinformação sediado em Washington estava em pulgas. Tal como o repórter da BBC anunciava prematuramente a destruição do edifício 7 do World Trade Center com o edifício nitidamente anda em pé em fundo, serviço de mentiras de Washington anunciou as primeiras baixas civis resultantes de fogo da aviação russa " ainda antes de os nossos aviões levantarem voo", sublinhou o presidente Putin ao comentar a guerra desinformativa de Washington.

Em consequência da sua subserviência a Washington, os estados fantoches europeus estão perante uma avalanche de refugiados das guerras de Washington que a Europa irresponsavelmente viabilizou. À medida que o custo da vassalagem a Washington entra em casa dos europeus, a situação dos partidos políticos europeus irá ser afectada. É previsível que novos partidos e coligações sigam linhas de maior independência de forma a protegerem-se dos enormes erros que decorrem da arrogância e presunção de Washington.

Está no horizonte o colapso do império.

Conferir em: http://www. paulcraigroberts.org/2015/10/02/putin-calls-washington-paul-craig-roberts/

09
Out15

MUR, sempre brilhante!

divagares

MUR.jpg

"As novas gerações de portugueses têm muito pouco de comum com aquela que tornou possível Abril e soube depois defender com firmeza as suas grandes conquistas sociais.

Hoje o nível de consciência de classe e de consciência política da maioria dos portugueses é muito baixo. A sociedade mudou profundamente. A ideologia do capitalismo, sob o bombardeamento esmagador da classe dominante, sobretudo após a entrada de Portugal na União Europeia, fez estragos devastadores."

Miguel Urbano Rodrigues

Subscrevo, sem qualquer dúvida ou hesitação.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2009
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2008
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D