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divagares

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29
Jun17

Manuel Ribeiro de Pavia

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Era um alentejano com o heróico temperamento dos lutadores obstinados, afeitos à rudeza da paisagem escaldante, de alma liberta nas amplitudes e os olhos sempre fitos nos vastos horizontes - e soube traduzir, com notável sentido interpretativo, na sua arte portentosa, tocado por um sopro de poesia rústica, o drama da terra e das gentes alentejanas.

Palavras de César Santos sobre Manuel Ribeiro de Pavia. Ou, simplesmente Pavia. De quem, ao longo do mês de Junho, esteve uma riquíssima exposição, na Galeria do 11, em Setúbal. Pode ainda ser visitada até ao próximo sábado.

Pavia 1.jpg

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27
Jun17

Da mais recente leitura:

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O Último cabalista.jpg

 

"Fui ter com ela um dia que seu pai tinha ido à cidade. Surgiu-me recortada no umbral da porta. Tinha estado a ler. Depois de trocarmos um olhar que denunciava uma secreta aventura, ela depositou o livro sobre o peito e soprou a candeia. Sem uma palavra, despi a camisa e desembaracei-me das calças. Quando os nossos desejos se ergueram além das explorações das bocas e das mãos, ela deitou-se por cima de mim. Dispondo-se como se estivesse perante um altar, deixou-se deslizar ao longo do meu corpo."

de Richard Zimler

20
Jun17

Centenário da Revolução Russa

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Esta bela canção descreve a importância que teve o comboio na acção das forças revolucionárias russas durante a guerra civil que se seguiu à revolução bolchevique e, igualmente exalta o que ocorreu anos depois, durante a II guerra mundial.

10
Jun17

Citação Herculeana

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alexandre-herculano.jpg

"Hoje, a espada substituiu o conselho de prelados, dos nobres e dos homens livres: a coroa é uma conquista, a lei vontade do desonrado vencedor de peleia domésticas, a liberdade palavra mentida."

08
Jun17

Entre o vazio e a cor

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arlindo.jpg

Caminharás entre os astros, deambulando

entre o vazio e a cor, procurando

o fogo nos seixos húmidos do mar.

 

Meditarás os antigos: a ampulheta

desvenda o tempo, que circunscreve,

secretamente, deixando um rasto de luz fria.

 

É isto, Cibele - o paradoxo cruel

dos sentimentos: o poder do amor

gerando o seu contrário, e o contrário

imobilizado por pudor.

 

(em Súmula Incompleta, de Arlindo Mota)

 

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