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28
Jun13

A Casa de Eulália

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"- Si un pueblo que quiere garantizar sus derechos luchase solamente cuando tiene la certeza de la victoria, los pueblos jamás habrían luchado. La libertad, los derechos sociales, la revolución socialista de Octubre, las grandes luchas victoriosas de los trabajadores y de los pueblos, han sido posibles porque los trabajadores y los pueblos han luchado en cada caso confiando en la victoria, pero sin tener la certeza de alcanzarla.

(...)

- Confiar não es tener certezas. Recuerdo lo que me dijo un compañero hace unos dias:  si sólo se lucha por lo seguro y si sólo es seguro lo que realmente pasa,  eso sería igual a no hacer nada, renunciar a la lucha y aceptar la sumisión eterna a la explotación, a la orpesión y a la injusticia. Los fascistas le han declarado la guerra a nuestro pueblo. Hay que luchar, y luchar no con la idea de que está perdida, sino para ganarla.

(...)

- Me gusta mucho vivir. Pero, si hay que escoger entre la vida y la muerte, entonces, como dijo Passionaria, más vale morir de pie que que vivir de rodillas."

 

Palavras do personagem Rúbio.

 

Depois de, sobre a guerra civil de Espanha ter lido tanta ficção, poesia, ensaio, crónicas de jornal, de ter visto filmes e documentários, ler A Casa de Eulália, de Manuel Tiago, foi um momento fascinante. Comprei o livro na banca da Exposição do centenário, na casa da Galé, depois de, na viagem,  a Odete Santos comentar o seu trabalho de adaptação do romance para teatro*. Era o único livro de Manuel Tiago que não havia lido. É uma obra fabulosa. A humanidade perpassa em cada linha. A beleza da linguagem. Uma escrita impressiva, soberba. Nada é supérfluo, não há "rodriguinhos". Foi uma leitura gratificante.

 

*Esta adaptação será representada pelo TAS - Teatro de Animação de Setúbal -  prevê-se, no último trimestre deste ano do centenário.

Esta mesma obra teve recentemente outra adaptação ao teatro, por um outro grupo de Setúbal, o Teatro do Elefante, um trabalho dos actores Rita Sales e Fernando Casaca, , estreado nas Caldas da Rainha, e da qual o Valdemar Santos me contou elogiosamente.

 

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